Scott Scale 50

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seta 31 de Maio de 2009

black

Quanto ao pneu,  o terreno que ele percorreu até agora foi sempre “fácil” mas já deu para perceber que vai durar mais do que o que pensei inicialmente, a borracha parece bastante mole, mas ao mesmo tempo está a resistir bem aos kms… Rola muito bem e devido a ter a borracha mais mole parece que cola à terra, no entanto a curvar em areia pareceu-me fugir um bocadinho, mas aí se calhar não há pneu que ajude futuramente darei mais feedback.

No que toca ao guiador, nota-se alguma torção nos “picanços” com os amigos e arranques rápidos, mas nada que assuste ou influencie muito, no fundo são 100g que por algum lado têm de se fazer sentir.

Deixo-vos três fotos tiradas no dia de ontem, numa das zonas mais bonitas de Portugal
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seta 30 de Maio de 2009

Este mês parado foi proveitoso para a máquina sofreu uns upgrades, uns por necessidade, outros porque sim e ainda outros por oportunidade… Como já disse para trás, o objectivo não é uma peso pluma, mas sim uma scale o mais leve possível, sempre dentro das possibilidades orçamentais e do minimamente aceitável…

Por necessidade, devido ao elevado desgaste, levou uma transmissão completa, inclusivé pedaleira, os componentes escolhidos foram a Pedaleira SLX, a Cassete SLX 11-32 e a corrente XT:

Depois aparece a categoria dos upgrades “porque sim” troquei os apertos das rodas Mavic pelos A2Z Cr-Mo vermelhos, quem sabe já a pensar num upgrade futuro e troquei ainda o aperto do espigão do selim:

por

por

Aproveitando uma oportunidade de negócio troquei ainda os meus Shifters Deore por uns XT OEM, mais antigos mas sempre são uns XT e estão a funcionar como uns XT devem funcionar, com umas passagens muito mais “leves” e precisas que os deore.

Com estas alterações e recorrendo a alguns valores estimados posso dizer que retirei 348g, falta agora pesar o material que retirei para confirmar os pesos.

Deixo-vos agora fotos do conjunto

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A SLX ao pormenor, gostei bastante da estética da SLX bem como a qualidade de construção e acabamentos, faltam ainda substituir os parafusos vermelhos da A2Z que estavam na anterior…
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A cassete SLX e a corrente XT
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Os apertos A2Z
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E para o final o aperto do espigão

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Espero que gostem tanto quanto eu

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seta 24 de Abril de 2009

Já com fotos, os upgrades foram o guiador, os punhos, o avanço com new look  😈 e o pneu da frente

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Um upgrade que ainda não tinha falado, o Schwalbe Little Albert devolveu a sua alma ao criador ao fim de 4000kms, deu assim lugar a um Kenda Karma em kevlar, os tacos são mais baixos mas igualmente abertos, vamos ver como se comporta este pneu à frente, para já parto desconfiado :mrgreen:
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seta 13 de Abril de 2009

Depois de algum tempo sem colocar novidades venho agora falar-vos de uns upgrades que fiz na máquina…
Ora cá vai, andava eu a ver onde podia tirar umas gramas sem gastar muitos euros, depois de apanhar aquela promoção do espigão de selim e assim ter tirado 190g à bike com poucos euros, chegou agora a vez de retirar aquele guiador pesadíssimo que acompanha a scale desde o seu nascimento, saíram assim mais 160g apenas no guiador (o antigo pesava 260g) 😯 . O escolhido para a substituição foi o RCZ race que na medida 25.4 apresenta um peso fantástico de 100g, depois de ler algum feedback, e de ver bastantes comentários positivos ao guiador decidi arriscar… 🙄

São 100g de guiador, sem tampas… Com as tampas atinge os 105…
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Com o novo guiador chegaram também uns novos punhos, e com esta alteração retirei 18g, diferença dos ritchey wcs para os scott… 🙄
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Para o final reservei o que para mim foi o melhor upgrade 😈 com esta mudança retirei 10g apenas (bela quantia ) mas acima de tudo, dei uma nova vida à bike 😀 ela e eu adoramos o novo componente “exclusivo”, o avanço scott branco 😛
Como é que apareceu este avanço?!!! É o resultado do anterior mas com uma polidela e uma nova cor, belíssimo resultado na minha opinião
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Fotos dos componentes montados na bike para breve 😉

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seta 30 de Janeiro de 2009

Levei a máquina ao salão de beleza e ficou assim:
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Ficou discreto, as fotos não dão a real percepção do resultado final, o vermelho e cinza são aproximados com as cores do quadro embora nas fotos não pareça…

Penso que não me esqueci de nada , o significa peso duvidoso retirado de tabela e de outro pessoal…

Neste momento está assim:

Quadro: Scott Scale Alloy 7005 DB 1686g
Suspensão: Fox 32 RL 100mm 1553g
Caixa de Direcção: Ritchey OE 1 1/8″ semi-integrada
Desviador Trás: Shimano XT Shadow RD-M772 SGS 27 velocidades 223g
Desviador Frente: Shimano Deore FC-M530 
Manípulos Mudanças: Shimano Deore SL-M530 Rapidfire + cabos 357g
Travões: Avid Juicy 3.5
Discos F/T: Quad Pulse 160mm 134g + Avid 160mm 105g
Pneus F/T: Schwalbe Little Albert 2.1 + IRC mythos XC 2.1 K 560g
Pedaleira: Shimano FC-M542 com eixo pedaleiro integrado 44Ax32x22 T 1007g
Punhos: Ritchey WCS 43g
Guiador: Scott X-Rod 600 mm, 5° 260g
Avanço: Scott Comp, 1-1/8″, 6°, 4 parafusos 165g
Espigão Selim: Rubinetto Carbon 31.6mm x 350mm 186g
Selim: BBB Anatomic Design 230g
Pedais: Shimano PD-M520 SPD 378g par
Corrente: Shimano CN-HG53 310g
Cassete: Shimano CS-HG50-9 11-32 T 357g
Rodas Mavic Crossride + apertos 2065g
Camaras de ar com liquido 600g par

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seta 23 de Janeiro de 2009

O espigão chegou devo dizer que me pareceu uma excelente compra, a peça aparenta ser de qualidade e é muito bonita…
Deixo-vos umas fotos dele montado:
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Em relação a pesos, devo dizer que o espigão acusa umas gramas a mais do que o anunciado, anuncia 186g na media 31,6 x 350mm e aparenta ter 189g (valores retirados de uma foto do mtbr de um user que também o adquiriu), no entanto a diferença é abismal, o scott parece feito de chumbo e acusou quase 370g

Aproveitei também o facto da balança “made in ebay” já ter chegado e finalmente pude pesar a máquina, que parece estar um nadinha mais gorda do que o que eu pensava, mas como isto não é para bater records…
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seta 9 de Janeiro de 2009

Agora que o ano terminou e com esta menina a andar comigo desde Março, conseguimos partilhar mais de 3000kms, a maior parte no monte, outros na estrada e todos com muito prazer, alguns com sofrimento, outros com um sorriso nos lábios…

Nestes 3000kms devo dizer que os problemas contam-se pelos dedos de uma mão não chegando a precisar de todos sequer… 


As alterações não foram muitas, uma coisinha aqui, uma coisinha ali, nada de muito extraordinário, a grande mudança e o primeiro grande upgrade que fiz foi para colmatar aquele que me pareceu o “calcanhar de Aquiles” deste modelo, a suspensão.
Como sabem, a Tora “dançou” dando lugar à magnífica Fox, o que ganhei?!! Ganhei muita coisa, peso, precisão, suavidade, controlo, e um sorriso ainda maior. “Tudo é diferente com uma fox na frente” 

As restantes alterações regeram-se por questões estéticas, desgaste, peso e ergonomia…
Foram elas a troca do selim scott pelo bbb anatomic design, a troca do pneu traseiro pelo IRC mythos xc e mais recentemente a troca do disco avid 180mm por um disco Quad Pulse 160mm…

O selim!!! BBB anatomic design.

O que dizer do selim, a principio estranha-se depois… Não se entranha, mas habitua-se É durinho qb, mas ao mesmo tempo molda-se bem à fisionomia da parte do nosso corpo que o usa… 
Foi uma excelente compra, se fosse hoje voltaria a comprar o bbb, para alem de retirar algumas gramas, não muitas, melhorei a nível estético já que o seu mais baixo perfil confere à bike um aspecto mais “racing” e a bem da verdade o selim scott era algo desconfortável de lado, embora fosse macio…
A cor, a cor é branca, este posso dizer que é branco e continuará a ser branco por muito tempo, não acontece como alguns que são brancos mas depois de 1mês a apanhar lama e terra passam a ser beges e castanhos … Pela foto dá para ver que continua branco, a única cor que está a perder é o preto dos riscos, mas isso…

O pneu… IRC mythos xc.

O pneu não deve ter rolado mais que 200kms, ainda não tenho uma opinião muito formada sobre o mesmo, mas do pouco que vi gostei, rola razoavelmente bem, a subir com o terreno seco e molhado parece uma “lagarta”, cola ao chão e sobe muito bem. O seu ponto fraco é mesmo a lama, na lama aquilo cola mesmo e a progressão torna-se mais difícil e “pesada”, neste ponto o scott ozon pareceu-me superior…

O disco… Quad Pulse 160mm.

A ideia da troca de disco já vem de algum tempo para cá, para quê numa bike como a scale ter um disco de 180mm à frente?!!! Ainda para mais teria de andar com um adaptador para a pinça…
Em termos estéticos o disco está bem conseguido, já estava um bocadinho “farto” de olhar para os avid , em termos de torção o disco não aparenta sofrer muito desses problemas, no entanto isso paga-se… e quando o coloquei na balança, bem aí vi que se calhar a compra deste disco não foi grande coisa, pesa menos 10g que o avid de 180mm, e mais 45g que o avid de 160mm… Parece-me bastante para um disco de 160mm…


No que toca ao restante material, o pneu da frente (schwalbe little albert) com mais de 3000kms tem este aspecto que se pode ver na foto de cima, ainda faz muitos kms e é um pneu que me tem agradado bastante, dá-me bastante confiança a descer devido aos seus tacos espaçados e elevados… Alguém sabe o peso dele?

A transmissão ainda não sofreu qualquer alteração, tem-se mantido a funcionar bem, sem qualquer necessidade de afinações o que demonstra que o material de origem desta máquina poderá não ser o mais leve mas fiável é certamente…
As rodas, também se demonstraram até agora bastante fiáveis, sem empenos e já levaram muita “porrada” sem nunca se negar a nada…

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seta 19 de Outubro de 2008

Depois de colocar a Fox no sítio, ontem foi dia de a experimentar, e como já tinha antecipado, foi uma estreia em grande, os 75kms e 1500m de acumulado do manobras VIII http://www.forumbtt.net/index.php/topic,45745.0.html foram aquilo que imaginava, um grande teste à “raposa”…

As primeiras impressões:

– A frente está bastante mais leve, é mais fácil definir e ajustar trajectórias…
– A subir é impressionante, notei diferença naquelas pequenas irregularidades, como raizes de arvores que se atravessam no caminho, aí a fox absorve bem a pancada e não transmite essa pancada ao rider, conseguindo assim manter trajectoria e subir normalmente sem levar aquela “pancada” que por vezes me leva a mudar a trajectória e assim perder a tracçao de subida…
– A descer é  a segurança que transmite é brutal, corrige qualquer pequeno erro de trajectória que por vezes podemos cometer, e permite-nos descer com velocidades muito superiores, o que por vezes pode não ser bom uma vez que abusamos mais e depois acontecem quedas feias mas sem adrenalina não há vida

Portanto só tenho a dizer bem deste bixo (leia-se raposa), do pouco que experimentei adorei… porque Fox é Fox

algumas fotos “on field”

Aqui junto à fonte do meu homónimo, a “Fonte do Pedro”

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seta 17 de Outubro de 2008

Perdeu a timidez agora mesmo

E foi neste cenário de “folhas caídas” que a “menina virou mulher”… 

Espero que gostem tanto como eu

Já que estava prometida uma foto da alteração anterior, aqui fica, parafusos da pedaleira A2Z vermelhos

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seta 15 de Outubro de 2008

Fox 32 RL 100mm

está a ser montada…


Peso com tubo a 20cm…

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seta 28 de Agosto de 2008

Depois de 2000kms a scale recebeu um “mimo” (e eu então nem se fala ), livrei-me do selim scott que passou para a SS e adquiri um BBB anatomic design, espero que a partir de agora as voltinhas sejam mais agradáveis… a ver vamos 

Com a alteração retirei 110g à scale (340g do scott contra 230g do bbb)

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seta 21 de Agosto de 2008

Quase a bater nos 2000kms a bike continua sem apresentar problemas nenhuns, o que me deixa extremamente satisfeito, eu sei que com 2000kms se ela já estive-se a dar problemas não era nada bom sinal, mas ao que se vê por aí estou contente 

Continuo a pensar em trocar o selim mas o raio do selim que queria teima em não chegar à loja (deve ser das férias do pessoal ), como não chegou a tempo tive de levar o scott para a jornada velocipédica que fiz no inicio do mês, a ida a santiago… Apesar do caminho ser longo o selim portou-se assim assim, ele não é duro mas acho que não se adapta aquela parte do corpo que está em contacto directo com ele 

De resto, gostava de mudar umas quantas coisas, umas meramente estéticas e um bocadinho por causa das gramas, outras por causa do funcionamento das mesmas, mas como os €€€ não abundam para já vamos indo…

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seta 11 de Junho de 2008

É verdade, a scale está a envelhecer, e como um bom vinho do porto está cada vez melhor, ou será que sou eu que estou cada vez mais habituado à máquina?!!!

Está tal e qual como saiu da loja, até hoje não levou material nenhum (de mecânica) e nada tive de substituir, este é mesmo o ponto principal a salientar, a fiabilidade da máquina, não está leve (para já ) mas está muito robusta, que o diga a trialeira do Geres (ou lá onde era, não é MY) no passado domingo, altura em que completei os 1000kms…

Em relação às considerações pessoais sobre o material, pouco tenho a acrescentar em termos do seu funcionamento, já que este continua óptimo…

A Tora é aquilo que mencionei, sensível às grandes “pancadas”, nada sensível às pequenas…

A transmissão, passa lama, água, pó e continua “nova” e sem necessidade de afinações…

As rodas são de uma relação preço/qualidade excelente…

O selim está melhor, principalmente depois de ter corrigido um bocado a posição e o ter colocado um pouco mais à frente…

Travões e calços todos operacionais, continuo-os a achar pouco “potentes”, progressivos demais, mas isso são gostos pessoais…

Posso assim dizer que ao fim de 2 meses e meio e 1000kms estou muito satisfeito com o investimento feito, tanto pela sua performance, como pela sua fiabilidade…

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seta 30 de Abril de 2008

A scale bateu hoje nos 500kms, mais concretamente 523kms…

Hoje de tarde e depois de um fim de semana marcado pela participação no Luso-Galaico com algumas dificuldades fisicas (caimbras), decidi ir rolar um bocadinho para ver como me sentia fisicamente, como ia sozinho lancei-me à estrada, iniciei em Famalicão rumo à Povoa de Varzim, de seguida virei em direcção a Vila do Conde, rumei à Trofa e de seguida Famalicão novamente, ao todo foram 55kms a uma média de 23kms/h, senti-me bem fisicamente…

Mas passando à analise da menina, estou satisfeitissimo, numa escala de 0 a 10 dou-lhe um 9, só não leva 10 por causa da suspensão…

Os travões não comprometem, fazem bem o trabalho, tive à uns kms atrás um problemazito com o de trás que durante o Raid de Ceide deixou practicamente de travar, mas depois de analisar a situação em casa cheguei à conclusão que devo ter levado uma pancada “seca” na roda e ela deslocou-se um nadinha do sitio daí que a falta de travagem seria por esse motivo…

A transmissão está-me a surpreender bastante, lama, chuva, pó, areia, tudo passa por ali e ela continua como um relógio, e eu não sou nada cuidadoso com as limpezas… 

O selim já quase não faz mossa, já estou habituado, de vez em quando ainda tenho necessidade de levantar um bocadinho e pedalar em pé (principalmente quando faço estrada e a posição é a mesma durante bastante tempo)…

A tora está melhor depois da 1ª revisão, mas mesmo assim demonstra limitações, pouca sensibilidade, é sem duvida o ponto mais fraco da máquina e se o orçamento o permitir será dos primeiros upgrades…

Em relação aos pneus, o little albert não surpreendeu, boa tracção e boa capacidade de direcção, não deixa a frente “fugir” como acontece com alguns, atrás é que se encontra a revelação o OZON da scott tem uma capacidade incrivel de tracção (aliado ao facto de serem bastante “roladores” ), o pneu agarra a tudo, é impressionante, estou muito surpreendido com a capacidade deste pneu que vêm de origem na máquina…

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seta 9 de Abril de 2008

Estou quase nos 250000 metros  eu sei que podia ter andado mais mas até que não está muito mau para quem tem a maquina à nem um mês…

Continuo maravilhado com a minha “bichinha” (que raio de coisa abixanada que me lembrei de lhe chamar )…

Na segunda-feira e depois de um raid “trilhos de camilo” exigente a nivel técnico e físico resolvi levar a menina à revisão, aproveitando assim a “1ª revisão gratis” oferecida pela loja, fui busca-la hoje mas como nesta terra a chuva não está a poupar ninguem não pude ir fazer o devido teste, dei sim uma voltinha junto à loja para ver se estava tudo ok…

As mudanças foram reafinadas (mas tambem não estavam desafinadas, notava uma pequenina dificuldade em meter a 9ª velocidade) está outra vez como um “relógio suiço” 

Aquele “problemazito” com o botão do preload da tora bloqueado foi resolvido (para bem do meu “amigo”  , senão ia-me ver obrigado a ficar com a bike dele, e por acaso não me importava nada  )
Na voltinha que dei com a bike já reparei que neste momento a tora está muito melhor, agora sim está a fazer os 100mm de curso, vamos ver como se comporta depois nos trilhos e no paralelo (que foi onde a senti pouco sensivel às irregularidades)

Em relaçao a outro ponto menos bom, o selim, tenho a dizer que curiosamente noutro dia fiz uma volta de calçoes e não senti o mesmo desconforto, podem ser duas coisas, ou o meu “dito” já está mais habituado ao selim  ou a almofada dos calçoes é melhor que a das calças ou as duas coisas  , vamos ver com o tempo e os kms…

Em relação ao raid de seide e mais concretamente aos seus 50kms mais 15kms para as deslocações até ao local da prova tenho a dizer que a bike portou-se como seria de esperar, excelente a subir e rolar (mas claro que acima de tudo o que conta são as pernas e aí…  )
Desta vez já notei algumas limitações a descer (não se assustem que já explico porquê), ora isto era um raid o que quer dizer que existem mais participantes com bikes muito diferentes, principalmente FS e a organização para agradar a todos tem de diversificar no percurso, logo tinha algumas descidas de  em que a minha “XC purista” teve de se tranformar numa all mountain, safou-se mas a geometria racing da máquina aliada à tora já demonstrou algumas limitações (o que é perfeitamente normal e compreensivel já que ela não foi criada para isso), mas naquelas descidas com trilhos “abertos” é um foguete, não é mais lenta que a minha ex (que era FS)…
A habituação a esta geometria diferente da anterior fez-se de uma forma rápida e natural, neste momento e depois dos +- 65kms encontrava-me cansado mas sem dores nas costas…

Neste momento, e com quase 250kms tenho a sorte de dizer que ainda não tive nenhum furo, as camaras de ar com liquido apesar de dar um bocadinho de peso a mais à bike estão ali muito bem…

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seta 3 de Abril de 2008

Já fiz mais um upgrade na minha “bébé”:

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Finalmente consegui uma loja que vendesse a “maldita” rib cage pro em branco, o raio da grade está esgotada em tudo que é sitio… graças a um amigo (ou não  , mais à frente explico porquê) fui hoje ao porto buscar a grade, mas só fiz meio serviço, queria duas mas só havia uma, vou ter de esperar mais uns 15 dias pela outra… 

Escolhi esta grade por dois motivos, a nivel estético acho-a muito bonita, e o facto de ser branco faz um contraste que nem vos digo  , o segundo motivo é que dentro desta gama de preço, foi das mais leves que vi…

Em relaçao à maquina, ainda é um bebe, percorreu só qualquer coisa como 125.000.000 milimetros 

Não tenho assim muito a acrescentar em termos de analise,continuo com uma lenta habituação ao selim, continuo a achar a maquina muito boa a subir e a rolar e surpreendentemente boa a descer…

Gostei bastante da capacidade dos punhos com chuva, apesar de serem de espuma (pensava eu que pudessem absorver muita água) não enxarcaram, e mantiveram-se sempre com boa “pega”…

Tive um pequeno contratempo que ainda estou a tentar resolver, o botão do lado esquerdo da tora, o de preload bloqueou-me, estava esse meu amigo a experimentar para que servia e puf, encravou o botão, agora não roda nem para um lado nem para o outro (com amigos destes… )
Se por acaso alguem souber como resolver este problema sem recorrer a força excesiva que me dê uma ajuda…

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seta 26 de Março de 2008

Hoje foi mais um dia de voltinha, à saída de casa e como ia andar sozinho ( o pessoal balda-se sempre) tinha em ideia ir a Braga, mais concretamente trocar uns dvd’s que lá tinha comprado mas que não funcionavam, estavam previstos então alguma coisa como uns 50kms de estrada (ida e volta), fiz 1/3 do caminho e não é que começa a chover!!!  resolvi então voltar para casa…

À vinda para casa olhei para o conta kms e já marcava 10kms, já estava molhado por causa da chuva e as pernas já estavam quentes, já tinha adquirido aquele gostinho de rolar (custa-me bastante sair de casa para andar sozinho, mas depois a coisa vai) decidi então fazer uns trilhos que conhecia ali pela zona, conclusão, 10kms de asfalto e 20kms de puro btt , sozinho, apenas acompanhado pela minha scale…

Em estrada a bike solta-se completamente, rola muito bem, e mesmo nas subidas haja pernas e ela sobe que é uma coisa doida…

No monte, a maquina regressa ao seu habitat natural e é vê-la a subir e descer montes, pena é o dono dela não ter mais pernas 
Agora a sério, gostei muito do comportamento em trilhos acidentados, tanto da Tora como dos pneus, em piso de terra e molhado portaram-se lindamente, a descer o Little Albert nunca saiu da trajectória e o Ozon mostrou que é bastante polivalente, “agarra” bem e rola bem…

Os pontos negativos basicamente continuam a ser os primeiros 10kms com aquele selim, são dose  mas depois dos 10kms a coisa vai ao sitio…

A tora em trilhos acidentados trabalha bem, já em paralelo  não é uma suspensão muito sensivel, lê as irregularidades do terreno, mas apenas as maiores  em pararelo onde o piso é inconstante mas com poucas diferenças de altura de uns pararelos para outros a Tora mostra-se pouco sensivel o que me leva a sofrer um bocadinho com as pancadas constantes…

E a lama naquele selim branquinho??!!!  bem, quando cheguei a casa tinha uma mancha amarela no selim (não é o que estão a pensar ), que se notava bastante, foi ver-me durante uns bons 15mim a esfregar o selim para retirar a mancha e restituir-lhe o branco  o que vale é que ele é anti-scratch 

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seta 25 de Março de 2008

A apresentação da máquina…

Depois de duas experiências com FS decidi então adquirir uma semi-rigida que me proporcionasse as emoções e performances que tanto desejava, eis que chegou a scale…

Ainda só fiz 30kms nesta máquina pelo que para já será uma pequena análise (já que a experiência com ela não é muita) e uma apresentação, mas à medida que o projecto for evoluindo e for fazendo kms vou dando a minha justiça sobre a menina…
Passo agora a apresentar a máquina:
– Quadro: Scott Scale Alloy 7005 DB
– Suspensão: Rock Shox Tora 302 100mm mola, ajuste do rebound, bloqueio
– Caixa de Direcção: Ritchey OE 1 1/8″ semi-integrada
– Desviador Trás: Shimano XT Shadow RD-M772 SGS 27 velocidades
– Desviador Frente: Shimano Deore FC-M530
– Manípulos Mudanças: Shimano Deore SL-M530 Rapidfire
– Travões: Avid Juicy 3.5 com disco de 185 à frente e 160 a trás
– Pneus: Scott Ozon 26 x 2.0, 60TPI, Kevlar, mantive o Ozon atrás e dei de retoma o da frente trocando por um Schwalbe Little Albert 26 x 2.1
– Pedaleira: Shimano FC-M542 com eixo pedaleiro integrado 44Ax32x22 T
– Eixo Pedaleiro: Shimano Cartridge
– Guiador: Scott X-Rod 600 mm, 5°Avanço: Scott Comp, 1-1/8″, 6°, 4 parafusos
-Espigão Selim: Scott Comp / 31.6mm
– Selim: Scott Racing
– Pedais: Shimano PD-M505 Clipless Shimano PD-M520 SPD (retirados da reflex)
– Corrente: Shimano CN-HG53
– Cassete: Shimano CS-HG50-9 11-32 T
– Punhos: dei de retoma os originais Scott e substitui pelos Ritchey WCS
– Rodas: Adquiri as Mavic Crossride dando as Alexrims como retoma
– Peso Tabela: 12,60 kg de origem sem pedais
– Peso Real: 12,60 kg com pedais, conta kms e protecção da escora…

Em relação aos travões nunca tinha experimentado uns avid, pareceram-me com um bom poder de travagem e bastante progressivos, principalmente à frente onde o disco de 185 parece fazer alguma diferença (embora ao mesmo tempo me pareça que um de 160 não comprometesse e fosse mais leve ) de qualquer forma as pastilhas ainda estarão a acamar…Em relação aos punhos troquei por uns de espuma para tentar uma condução mais “suave”, como sempre tive FS e agora passarei a andar de scale (dura e racing) tentei “suavizar” um bocadinho as pancadas, parecem-me bons…

A seguir começo já a “descascar” um dos pontos menos bons são os manípulos das mudanças, apesar de já ter experimentado na reflex confirmaram-se pouco precisos quando houver € são uma coisa a trocar…

Em relação à transmissão, tirando os manípulos de que já falei em cima, os desviadores pareceram-me bastante fiáveis, e “certinhos”, mas também é de realçar que foi apenas uma volta, a primeira, mal era se não estivessem a funcionar em condições.
O pormenor da pedaleira oca…
Em relação à Tora não me vou alargar muito, por duas razoes, não tenho kms suficientes para perceber como funciona e sempre estive habituado a FS, ou seja, podia estar a dizer que não “absorve” nada e que se leva muita “pancada” quando isso em parte é devido à habituação a uma semi-rigida… Mesmo assim parece-me trabalhar melhor que a dart 2 (ou não fosse mais cara), parece-me justificável a diferença de preço para a dart 2 (que foi a primeira suspensão mais a sério que experimentei) …A troca das rodas, foi um bocadinho por capricho, gosto muito do look das crossride , e foi o componente onde notei uma grande diferença, as rodas rolam muito bem, são bem mais “soltas” que as de origem…O pneu da frente troquei pelo Little Albert 2.1. Porquê Little Albert?
Porque não pretendia aumentar o preço da bike e para poder fazer “troca por troca” pareceram-me a melhor opção. Rolam bem, dão confiança a descer, já que agarram muito bem, já na minha FS tinha o Albert à frente e gostava bastante dele, então resolvi experimentar o Little. Para a sua gama de preço parecem-me uma boa opção.
Atrás deixei o OZON já que é um pneu que rola muito bem, típico de XC e pelo que percebi também agarram bem, não resvalando muito, mesmo assim preferi dar à frente um pedaço de borracha com tacos mais elevados…


No que toca ao aspecto visual acho esta bike muito bem conseguida em termos de conjugação de cores, está com um visual muito, muito agradável, linda vá lá 🙂 , em termos de soldaduras, a sua ausência na testa é uma mais valia em termos visuais, fica-lhe muito bem, atrás o quadro mostra-se bastante “forte”…
Em termos de condução nos primeiros 10kms estranhei um bocadinho a posição e apareceram algumas dores nas costas devido a ir demasiado “deitado” na bike, mas rapidamente as dores deram lugar ao prazer de pedalar numa bike que corresponde a tudo que lhe peço, desde as arrancadas, às subida de “paredes”, as descidas de soft single tracks portou-se muito bem.
Já sabia que a scale proporcionava uma facilidade a subir e isso confirmou-se, mas tinha algumas duvidas como se comportava a descer, tinha alguns receios de que fosse bastante nervosa e não desse um bom controlo, receios esses que não se confirmaram, apesar de ser a primeira volta e ainda não conhecer devidamente a bike, gostei bastante do seu comportamento a descer, mostrou-se segura e permitiu-me descer a uma boa velocidade em trilhos não muito acidentados e largos, nos singles e não sendo uma bike de DH nem tão pouco de enduro é bastante segura e aguenta-se bem, fiquei agradavelmente surpreendido.

A nota mais negativa nesta primeira volta (e é só uma) vai para o selim, achei-o desconfortável, poderá ser de não estar habituado a uma semi-rigida, acredito que sim, mesmo assim penso que poderia ser melhor e já agora aberto ao centro…

Espero que a minha análise (não muito completa) ajude alguns indecisos em bikes desta gama e espero ter dado a conhecer um bocadinho melhor uma bike já muito conhecida, mas de anos anteriores.

No ano passado foi uma bike que vendeu muito, foi a recordista de vendas de todas as scale chegando mesmo a esgotar com alguma facilidade, este ano deve ir pelo mesmo caminho, é a scale com melhor relação preço/qualidade, na minha opinião paguei pelo material que levei para casa…

Mais fotos em: http://picasaweb.google.com/AsMinhas2Rodas/ScottScale50AoPormenor

Responses

  1. Olá Pedro,sou um visitante quase diario do Teu espaço,mas também sou praticante desde 11/2007 e não tenho muitas oportunidades pra andar e os meus colegas só reclamam por eu ñ aparecer,sou primo da esposa do Tero,gostava de andar mais mas a minha Bina ñ me dá muita confiança pra grandes voltas apesar de nunca ter tido problemas sérios com ela,trata-se de uma CBF alterada que no domingo passado fez 66kms e chegou a casa com um ruído estranho mas deve passar com uma aspirina… 🙂 ,o que eu queria falar aqui é sobre o pneu que usas na frente e que 2 colegas usam mas atrás e parecem -me satisfeitos eu tenho o SCHWALBE SMART SAM que rola e agarra bem em qq piso,entretanto li que gostavas de saber o peso desse pneu que usas e ñ sei se já tens resposta ,mas aqui fica um link que espero seja util ; http://www.schwalbetires.com/node/1352 um abraço e boas voltas

  2. Boas.
    Muito obrigado Jorge, é bom saber que há mais pessoal, para além dos amigos de pedalada (penso que nunca pedalamos juntos!) que gosta de seguir o blog quase diariamente, é sinal de que por vezes lá consigo fazer uns posts interessantes e pouco aborrecidos 😀
    Espero que continues a seguir e quem sabe um dia te juntes ao pessoal ao domingo para dar-mos umas pedaladas.
    Ah, obrigado pelo link com o peso do pneu, agora só me falta saber se é o DoubleDefense ou o Front Only, SnakeSkin, penso que será o primeiro e se assim for andará nas 610g…
    Um abraço


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